• A Epidemiologia e Serviços de Saúde é uma publicação trimestral de caráter técnico-científico e acesso livre, nos formatos eletrônico e impresso, editada pela Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviço, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (CGDEP/SVS/MS). Sua principal missão é difundir o conhecimento epidemiológico aplicável às ações de vigilância, prevenção e controle de doenças e agravos de interesse da Saúde Pública, visando ao aprimoramento dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). • Além das modalidades de manuscritos aceitos para publicação, a revista divulga Portarias, Regimentos e Resoluções do Ministério da Saúde, bem como Notas Técnicas relativas aos programas de vigilância, prevenção e controle de doenças e agravos à saúde, consensos, relatórios e recomendações de reuniões ou oficinas de trabalho sobre temas de interesse do SUS. Também está prevista a republicação de textos originalmente editados por outras fontes de divulgação técnico-científica e considerados pelos editores da revista como relevantes para os serviços de saúde. • A Epidemiologia e Serviços de Saúde segue as orientações do documento Requisitos Uniformes para Manuscritos Submetidos a Periódicos Biomédicos, do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE), conhecido como ‘Normas de Vancouver’. • A Epidemiologia e Serviços de Saúde segue os princípios da ética na publicação contidos no código de conduta do Committee on Publication Ethics (COPE). |
• O Núcleo Editorial da revista acolhe manuscritos nas seguintes modalidades: a) Artigo original – produto inédito de pesquisa inserido em uma ou mais das diversas áreas temáticas da vigilância, prevenção e controle das doenças e agravos de interesse da Saúde Pública, como doenças transmissíveis, doenças crônicas e agravos não transmissíveis, análise de situação de saúde, promoção da saúde, vigilância em saúde do trabalhador, vigilância em saúde ambiental, respostas às emergências em Saúde Pública, políticas e gestão em vigilância em saúde e desenvolvimento da epidemiologia nos serviços de saúde (limite: 20 laudas); b) Artigo de revisão b.a) Artigo de revisão sistemática – apresentação de uma síntese de resultados de estudos originais com o objetivo de responder a uma pergunta específica; deve descrever, em detalhes, o processo de busca dos estudos originais e os critérios para sua inclusão na revisão; pode ou não apresentar procedimento de síntese quantitativa dos resultados, no formato de metanálise (limite: 30 laudas); e b.b) Artigo de revisão narrativa – uma análise crítica de material publicado, discussão aprofundada sobre tema relevante para a saúde coletiva ou atualização sobre tema controverso ou emergente; deve ser elaborado por especialista na área em questão, a convite dos editores (limite: 20 laudas); c) Nota de pesquisa – relato conciso de resultados finais ou parciais (notas prévias) de pesquisa original, pertinente ao escopo da revista (limite: 8 laudas); d) Artigo de opinião – comentário sucinto sobre temas específicos, expressando a opinião qualificada dos autores (limite: 8 laudas); e) Debate – artigo teórico elaborado por especialista, a convite dos editores, que receberá críticas/comentários por meio de réplicas assinadas por especialistas, também convidados. (limite: 20 laudas para o artigo, 10 laudas para cada réplica ou tréplica); f) Relato de experiência – descrição de experiência em epidemiologia, vigilância, prevenção e controle de doenças e agravos de interesse para a Saúde Pública; deve ser elaborado a convite dos editores (limite: 8 laudas); e g) Carta – críticas ou comentários breves sobre temas de interesses dos leitores, geralmente vinculados a artigo publicado na última edição da revista (limite: 2 laudas); sempre que possível, uma resposta dos autores do artigo comentado será publicada junto com a carta (limite: 2 laudas). Eventualmente, a critério dos editores, serão aceitos outros formatos, a exemplo da Entrevista com personalidades ou autoridades (limite: 3 laudas) e da Resenha de obra contemporânea (limite: 2 laudas). |
• Os autores são os responsáveis pela veracidade e ineditismo do trabalho. O manuscrito submetido deve ser acompanhado de uma Declaração de Responsabilidade, assinada por todos os autores, em que afirmam que o estudo não foi publicado anteriormente, parcial ou integralmente, em meio impresso ou eletrônico, tampouco encaminhado para publicação em outros periódicos, e que todos os autores participaram na elaboração intelectual de seu conteúdo. O modelo da Declaração de Responsabilidade está disponível ao final destas Instruções (Anexo I). |
• Os critérios de autoria devem se basear nas deliberações do ICMJE/Normas de Vancouver. O reconhecimento da autoria deve estar fundamentado em contribuição substancial, relacionada aos seguintes aspectos: (i) concepção e delineamento do estudo, análise e interpretação dos dados; (ii) redação ou revisão crítica relevante do conteúdo intelectual do manuscrito; e (iii) aprovação final da versão a ser publicada. Os autores, ao assinarem a Declaração de Responsabilidade, afirmam a participação de todos na elaboração do manuscrito e assumem publicamente a responsabilidade por seu conteúdo. Ao final do texto do manuscrito, deve ser incluído um parágrafo com a informação sobre a contribuição de cada autor para sua elaboração. |
• Conflitos de interesses, por parte dos autores, são situações em que estes possuem interesses – aparentes ou não –, capazes de influir no processo de elaboração dos manuscritos. São conflitos de natureza diversa – pessoal, comercial, política, acadêmica ou financeira – a que qualquer um pode estar sujeito, razão porque os autores devem-nos reconhecer e revelar, quando presentes, na Declaração de Responsabilidade assinada, ao submeter seu manuscrito para publicação. |
• Os autores devem declarar todas as fontes de financiamento ou suporte, institucional ou privado, para a realização do estudo. Fornecedores de materiais, equipamentos, insumos ou medicamentos, gratuitos ou com descontos, também devem ser descritos como fontes de financiamento, incluindo cidade, estado e país de origem desses fornecedores. Essas informações devem constar da Declaração de Responsabilidade. |
Ética na pesquisa envolvendo seres humanos
• A observância dos preceitos éticos referentes à condução, bem como ao relato da pesquisa, são de inteira responsabilidade dos autores, respeitando-se as recomendações éticas contidas na Declaração de Helsinque (disponível em http://www.wma.net). Para pesquisas realizadas com seres humanos no Brasil, os autores devem observar, integralmente, as normas constantes na Resolução CNS nº 196, de 10 de outubro de 1996, do Conselho Nacional de Saúde (disponível em http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/reso_96.htm), e resoluções complementares para as situações especiais. Os procedimentos éticos adotados na pesquisa devem ser descritos no último parágrafo da seção Métodos, fazendo menção ao número do protocolo de aprovação por Comitê de Ética em Pesquisa. No caso de ensaio clínico controlado e randomizado, será necessária a indicação do número de registro. |
• Quando desejável e pertinente, recomenda-se a nomeação, ao final do manuscrito, das pessoas que colaboraram com o estudo embora não tenham preenchido os critérios de autoria adotados por esta publicação. Os autores são os responsáveis pela obtenção da autorização dessas pessoas antes de nomeá-las em seus Agradecimentos, dada a possibilidade de os leitores inferirem que elas subscrevem os dados e conclusões do estudo. Também podem constar agradecimentos a instituições, pelo apoio financeiro ou logístico à realização do estudo. Devem-se evitar os agradecimentos impessoais, por exemplo “... a todos aqueles que colaboraram, direta ou indiretamente, com a realização deste trabalho”. |
• Os manuscritos publicados pela Epidemiologia e Serviços de Saúde são de sua propriedade. Sua reprodução – total ou parcial – por outros periódicos, tradução para outro idioma ou criação de vínculos eletrônicos é permitida somente mediante autorização expressa do editor geral da revista ou, por sua delegação, de seu editor executivo. Após a decisão final de ‘Aceite’ do manuscrito para publicação, os autores deverão enviar, em formato PDF, o Termo de Cessão de Direitos Autorais assinado por cada um dos autores, cujo modelo se encontra ao final destas Instruções (Anexo II). |
Preparo dos manuscritos para submissão
• Para o preparo dos manuscritos, os autores devem-se orientar pelo documento Requisitos Uniformes para Manuscritos Submetidos a Periódicos Biomédicos, do International Committee of Medical Journal Editors – ICMJE –, conhecido como ‘Normas de Vancouver’, (disponíveis, no idioma inglês, em http://www.icmje.org) e sua tradução para o português, encontra-se disponível em http://scielolab.iec.pa.gov.br/pdf/ess/v15n1/v15n1a02.pdf (edição da Epidemiologia e Serviços de Saúde 2006; 15(1):7-34). |
• Serão acolhidos manuscritos redigidos no idioma português. O trabalho deverá ser digitado em espaço duplo, fonte Times New Roman 12, no formato RTF (Rich Text Format) ou DOC (Documento do Word), em folha-padrão A 4, com margens de 3cm. Não são aceitas notas de texto de pé de página. Cada manuscrito, obrigatoriamente, deve conter: Folha-de-rosto a) título do manuscrito, em português e inglês; b) título resumido, para referência no cabeçalho das páginas; c) nome completo dos autores e das instituições a que pertencem; d) endereço eletrônico de todos os autores; e) endereço completo e endereço eletrônico, números de fax e de telefones do autor correspondente; f) informação sobre monografia, dissertação, ou tese que originou o manuscrito, com as respectivas instituições de ensino envolvidas, se pertinente; e g) créditos a órgãos financiadores da pesquisa, se pertinente.
|
• Parágrafo único, de até 150 palavras, estruturado com as seguintes seções: objetivo; métodos; resultados; e conclusão. |
• Três a cinco, selecionadas a partir da lista de Descritores em Ciências da Saúde (DeCS), vocabulário estruturado pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, também conhecido pelo seu nome original Biblioteca Regional de Medicina (BIREME). Os DeCS foram criados para padronizar uma linguagem única de indexação e recuperação de documentos científicos (disponível em http://decs.bvs.br); e Abstract Versão em inglês do Resumo, contendo as seguintes seções: objectives; methods; results; e conclusion; e Keywords versão em inglês dos mesmos descritores selecionados a partir dos DeCS. |
• O texto de manuscritos nas modalidades de artigo original e nota de pesquisa deverão apresentar as seguintes seções, nesta ordem: Introdução; Métodos; Resultados; Discussão; e Referências. Tabelas e figuras serão referidas nos Resultados e apresentadas ao final do artigo, quando possível, ou em arquivo separado. Eis as definições e conteúdos dessas seções: Introdução – Apresentação do problema, justificativa e objetivo do estudo, nesta ordem. Métodos – Descrição dos métodos empregados, incluindo, quando pertinente, cálculo do tamanho da amostra, amostragem, procedimentos de coleta dos dados, procedimentos de processamento e análise dos dados; quando se tratar de estudo envolvendo seres humanos ou animais, devem estar contempladas as Considerações éticas pertinentes; pesquisas clínicas devem apresentar número de identificação em um dos registros de ensaios clínicos validados pela Organização Mundial da Saúde e pelo ICMJE. Resultados – Exposição dos resultados alcançados, podendo considerar tabelas e figuras, desde que autoexplicativas (ver o item Tabelas e Figuras destas Instruções). Discussão – Comentários sobre os resultados, suas implicações e limitações; confrontação do estudo com outras publicações de relevância para o tema e, no último parágrafo da seção, as conclusões. Agradecimentos – Após a seção da discussão e no fim do relato do estudo; devem-se limitar ao mínimo indispensável. Contribuição dos autores – Parágrafo contendo a contribuição de cada um dos autores. Referências – Para citação das referências no texto, deve-se utilizar o sistema numérico adotado pelas Normas de Vancouver; os números devem ser grafados em sobrescrito, sem parênteses, imediatamente após a passagem do texto em que é feita a citação, separados entre si por vírgulas; em caso de números seqüenciais de referências, separá-los por um hífen, enumerando apenas a primeira e a última referência do intervalo seqüencial de citação (Ex.: 7,10-16); após a seção Contribuição dos autores, as referências serão listadas segundo a ordem de citação no texto; em cada referência, deve-se listar até os seis primeiros autores, seguidos da expressão et al para os demais; os títulos de periódicos, livros e editoras deverão constar por extenso; as citações são limitadas a 30; para artigos de revisão sistemática e meta-análise, não há limite de citações e o manuscrito fica condicionado ao limite de laudas definidas nestas Instruções; o formato das Referências deve seguir os Requisitos Uniformes para Manuscritos Submetidos a Periódicos Biomédicos do ICMJE (disponíveis em www.icmje.org), com adaptações definidas pelos editores conforme os exemplos a seguir: (anais de congresso) 1. Samad SA, Silva EMK. Perdas de vacinas: razões e prevalência em quatro unidades federadas do Brasil In: Anais da 11ª Expoepi – Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças; 2011; Brasília, Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. p 142. (artigos de periódicos) 2. Lima IP, Mota ELA. Avaliação do impacto de uma intervenção para a melhoria da notificação da causa básica de óbitos no Estado do Piauí, Brasil. Epidemiologia e Serviços de Saúde. 2011; 20(3):297-305. (autoria institucional) 3. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Guia Vigilância Epidemiológica. 7a ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2009. (livros) 4. Pereira MG. Artigos científicos – como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2011. (livros, capítulos de) 5. Mascarenhas MDM, Monteiro RA, Sa NNB, Gonzaga LAA, Neves ACM, Roza DL et al. Epidemiologia das causas externas no Brasil: mortalidade por acidentes e violências no período de 2000 a 2009. In: Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde. Saúde Brasil 2010 – uma análise de situação de saúde e de evidências selecionadas de impacto de ações de vigilância em saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2011. (material não publicado) 6. Freitas LRS, Garcia LP. Evolução da prevalência do diabetes e diabetes associado à hipertensão arterial no Brasil: análise das Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios, 1998, 2003 e 2008. Epidemiol. Serv. Saúde. No prelo 2012. (Portarias e Leis) 7. Portaria no 116, de 11 de fevereiro de 2009. Regulamenta a coleta de dados, fluxo e periodicidade de envio das informações sobre óbitos e nascidos vivos para os Sistemas de Informações em Saúde sob gestão da Secretaria de Vigilância em Saúde. Diário Oficial da União, Brasília, p.37, 12 fevereiro 2009. Seção 1. 8. Brasil. Lei no 9.431, de 6 de janeiro de 1997. Decreta a obrigatoriedade do Programa de Controle de Infecção Hospitalar em todos os hospitais brasileiros. Diário Oficial da União, Brasília, p.165, 7 jan. 1997. Seção 1. (referências eletrônicas) 9. Rede Interagencial de Informação para a Saúde. Indicadores básicos para a saúde no Brasil: conceitos e aplicações [acessado em 05 fev. 2012]. Disponível em http://tabnet.datasus.gov.br/tabdata/livroidb/2ed/indicadores.pdf 10. Malta DC, Morais Neto OL, Silva Junior JB. Apresentação do plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil, 2011 a 2022. Epidemiol. Serv. Saúde. 2011; 20(4):93-107 [acessado em 06 fev. 2012]. Disponível em http://scielo.iec.pa.gov.br/pdf/ess/v20n4/v20n4a02.pdf (teses e dissertações) 11. Waldman EA. Vigilância epidemiológica como prática de saúde pública [Tese de Doutorado]. São Paulo (SP): Universidade de São Paulo; 1991. 12. Daufenbach LZ. Morbidade hospitalar por causas relacionadas à influenza em idosos no Brasil, 1992 a 2006: situação atual, tendências e impacto da vacinação [Dissertação de Mestrado]. Salvador (BA): Universidade Federal da Bahia; 2008. No caso de ter sido usado algum software para gerenciamento das referências (por exemplo, Zotero, Endnote, Reference Manager ou outro), as mesmas referências deverão ser convertidas para o texto. A exatidão das referências constantes na listagem e a correta citação no texto são de exclusiva responsabilidade dos autores. |
• Figuras e as tabelas devem ser enviadas ao final do manuscrito (quando possível) ou em arquivos separados, por ordem de citação no texto. Os títulos das tabelas e figuras devem ser concisos e evitar o uso de abreviaturas ou siglas; estas, quando indispensáveis, serão traduzidas em legendas ao pé da própria tabela ou figura. Tabelas, quadros (estes, classificados e intitulados como figuras), organogramas e fluxogramas devem ser apresentados em meio eletrônico, nos formatos-padrão do Microsoft Office (Word; Excel); gráficos, mapas, fotografias e demais imagens devem-se apresentar nos formatos EPS, JPG, BMP ou TIFF, no modo CMYK, em uma única dor (preto) e suas diversas tonalidades. |
• Siglas ou acrônimos de até três letras devem ser escritos com maiúsculas (Ex: DOU; USP; OIT). Em sua primeira aparição no texto, acrônimos desconhecidos serão escritos por extenso, acompanhados da sigla entre parênteses. Siglas e abreviaturas compostas apenas por consoantes serão escritas em letras maiúsculas. Siglas com quatro letras ou mais serão escritas em maiúsculas se cada uma delas for pronunciada separadamente (Ex: BNDES; INSS; IBGE). Siglas com quatro letras ou mais e que formarem uma palavra (siglema), ou seja, que incluam vogais e consoantes, serão escritas apenas com a inicial maiúscula (Ex: Funasa; Datasus; Sinan). Siglas que incluam letras maiúsculas e minúsculas originalmente,serão escritas como foram criadas (Ex: CNPq; UnB). Para siglas estrangeiras, recomenda-se a correspondente tradução em português, se universalmente aceita; ou seu uso na forma original, se não houver correspondência em português, ainda que o nome por extenso – em português – não corresponda à sigla. (Ex: UNESCO = Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Algumas siglas, popularizadas pelos meios de comunicação, assumiram um sentido nominal: é o caso de AIDS (em inglês), a síndrome da imunodeficiência adquirida, sobre a qual a Comissão Nacional de Aids do Ministério da Saúde (que se faz representar pela sigla CNAIDS), decidiu recomendar que todos os documentos e publicações em do ministério nomeiem a doença por sua sigla original do inglês – aids –, em letras minúsculas (Brasil. Fundação Nacional de Saúde. Manual de editoração e produção visual da Fundação Nacional de Saúde. Brasília: Funasa, 2004. 272 p.). |
• A submissão dos manuscritos deverá ser feita via e-mail, para o seguinte endereço eletrônico: submissao.ress@saude.gov.br Juntamente com o arquivo do manuscrito, os autores devem providenciar o envio da Declaração de Responsabilidade, assinada por cada um deles, digitalizada em formato PDF. Para se assegurar da adequação do formato do manuscrito às recomendações do núcleo editorial da Epidemiologia e Serviços de Saúde, contempladas nestas Instruções, sugere-se aos autores conferir a lista de itens apresentada ao final deste documento (Anexo III). |
Análise e aceitação dos manuscritos
• Serão acolhidos apenas os manuscritos formatados de acordo com estas Instruções e cujos assuntos que se enquadrem no escopo da revista. Uma análise preliminar verificará a aprovação por um Comitê de Ética em Pesquisa, no caso de o estudo envolver seres humanos, assim como seu potencial para publicação e interesse dos leitores da revista. Trabalhos que não atendam a essas exigências serão recusados. Após a avaliação dos editores, os manuscritos serão enviados para avaliação cega por, ao menos dois revisores especialistas (peer reviewers). Os autores podem indicar até três possíveis revisores, especialistas no assunto abordado em seu manuscrito. Também, podem indicar, opcionalmente, até três revisores especialistas para os quais não gostariam que seu manuscrito fosse submetido. Cabe aos editores da revista a decisão de acatar ou não as sugestões dos autores. A partir dos pareceres recebidos, os editores podem considerar o manuscrito: (i) Aceitável para publicação; (ii) Aceitável, condicionado a reformulação; ou (iii) Não aceitável. A comunicação com o autor correspondente acontecerá pelo endereço eletrônico informado. Os trabalhos aceitáveis para publicação, condicionados a reformulação, serão enviados aos autores com prazo definido para devolução do manuscrito reformulado à secretária executiva da revista. Uma vez aprovado para publicação, se todavia for identificada a necessidade de pequenas correções e ajustes no texto, os editores da revista se reservam o direito de o fazer. Finalmente, a decisão definitiva pela publicação do manuscrito está condicionada a sua aprovação pelo Comitê Editorial da Epidemiologia e Serviços de Saúde. Nessa ocasião, nova reformulação poderá ser solicitada pelo Comitê aos autores, os quais terão prazo adicional para o reenvio do trabalho reformulado. |
• Após a aprovação do manuscrito, a prova de prelo será encaminhada ao autor correspondente por e-mail, em formato PDF. Feita a revisão da prova, o autor deverá encaminhar à secretária executiva da revista sua autorização para publicação do manuscrito, no prazo determinado pelo Núcleo Editorial. Em caso de dúvidas sobre quaisquer aspectos relativos a estas Instruções, os autores devem entrar em contato com os editores da revista por meio do endereço eletrônico: revista.svs@saude.gov.br
Endereço para correspondência
Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviço/SVS/MS
|
• Declaração de Responsabilidade Este documento deve ser encaminhado juntamente com o manuscrito, de acordo com o modelo a seguir: Os autores do manuscrito intitulado (título do manuscrito) submetido à Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do Sistema Único de Saúde do Brasil, declaram: 1. Este manuscrito representa um trabalho original cujo conteúdo integral ou parcial ou substancialmente semelhante não foi publicado ou submetido à publicação em outro periódico, seja no formato impresso ou eletrônico;
2. Houve participação efetiva de todos os autores relacionados no trabalho, tornando pública sua responsabilidade pelo conteúdo apresentado; 3. A versão final do manuscrito foi aprovada por todos os autores; 4. Não há qualquer conflito de interesse dos autores em relação a este manuscrito (ou) existem conflitos de interesses dos autores em relação a este manuscrito (no caso de haver, deve-se descrever, nesta passagem, o conflito ou conflitos de interesse existentes).(registrar o local, data e nome; a Declaração deve ser assinada por cada um dos autores do manuscrito, sem exceção). |
• Termo de Cessão de Direitos Este documento será enviado à revista, assinado por todos os autores, desde que aprovada a publicação do manuscrito na revista. A seguir, o modelo: Declaro que, uma vez aceito o manuscrito (título do manuscrito) e autorizada sua publicação pela Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do Sistema Único de Saúde do Brasil, concordo que os respectivos direitos autorais serão de propriedade exclusiva da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Qualquer reprodução de seu conteúdo, total ou parcial, em meio impresso ou eletrônico, necessitará de solicitação previa, a ser encaminhada à Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviço, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde para obtenção da autorização expressa de seu Editor Geral. (registrar o local, data e nome; a Declaração deve ser assinada por cada um dos autores do manuscrito, sem exceção). |
• Lista de itens de verificação prévia à submissão
1. Formatação: fonte Times New Roman 12, tamanho de folha A4, margens de 3cm, espaço duplo. 2. Folha-de-rosto: a. Modalidade do manuscrito; b. Título do manuscrito, em português e inglês; c. Título resumido, em português; d. Nomes e instituição de afiliação e e-mail de cada um dos autores; e. Endereço completo e telefone do autor correspondente; f. Nomes das agências financiadoras e números dos processos, quando pertinente; e g. No caso de manuscrito redigido com base em monografia, dissertação ou tese acadêmica, indicar o nome da instituição de ensino e o ano de defesa. 3. Resumo em português e Abstract em inglês, para todos os tipos de manuscritos – exceto cartas; e especificamente para artigos originais e notas, respeito ao formato estruturado e discriminado – objetivo, métodos, resultados e conclusão; e palavras-chave, selecionadas entre os Descritores em Ciências da Saúde, criados pela Biblioteca Virtual em Saúde e disponíveis em sua página eletrônica. 4. Informação do número de aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa e do número de registro do ensaio clínico, quando pertinente. 5. Parágrafo contendo a contribuição de cada autor. 6. Tabelas e figuras – para artigos originais e de revisão, somadas, não devem exceder o número de cinco, e para notas de pesquisa, não devem exceder o total de três. 7. Referências normalizadas segundo o padrão ICMJ (Normas de Vancouver), ordenadas e numeradas na sequência em que aparecem no texto; verificar se todas estão citadas no texto e se sua ordem-número de citação corresponde à ordem-número em que aparecem na lista das Referências ao final do manuscrito. 8. Anuência das pessoas mencionadas nos Agradecimentos.9. Declaração de Responsabilidade, assinada por todos os autores. |
[Home] [Corpo editorial] [Instruções aos autores] [Assinaturas]
© 2013 Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços / Secretaria de Vigilância em Saúde / Ministério da Saúde
SCS,
Quadra 4, Bloco A, Edifício Principal,
5º andar, Asa Sul, Brasília-DF
CEP: 70304-0000
+55 61 3213-8387 / +55 61 3213-8397
Fax: +55 61 3213-8404